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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Vinho e Queijo

Você gosta de combinar pratos com um bom vinho?


Não sou nenhuma expert em vinho!Mas este  vinho Dão Meia Encosta, E um vinho que eu indico, por ser leve,com um aroma delicado de cor rubi. Na boca, tem um sabor suave aveludado e persistente.Sem contar o preço! (muito baixo)

Quer começar a entender a harmonização de vinho com comida? Uma das regras mais simples diz para equilibrar a intensidade do sabor do prato com o da bebida.
Para pratos leves, são indicados vinhos também leves. Já para pratos mais pesados, as melhores sugestões são rótulos mais estruturados e potentes. É por isso que se fala que as carnes brancas harmonizam com vinhos brancos e as vermelhas, com tintos.


Queijo do Reino


Por fazer parte da minha infância,resolvi colocar a história desse queijo, que é muito interessante.Meu pai sempre comprava essa lata, na epoca ele trazia de Minas ou comprava no mercadão da Cantareira, hoje em dia na maioria dos supermercados já se encontra.Antes tinhamos que usar abridor para abrir a lata. Meu pai tinha todo um ritual para abrir e cortar esse queijo.Confira a história que e muito interessante.

O queijo-do-reino é uma variedade de queijo semiduro e maturado, que tem a forma arrendondada e a casca avermelhada. A sua forma tradicional de apresentação é a embalagem de lata, geralmente vermelha.

História

No período em que permaneceu no Brasil, a corte portuguesa importava queijos Edam da Holanda, via Portugal. Mais tarde, em 1880, na região da Mantiqueira, em Minas Gerais, produtores brasileiros começaram a produzir um queijo inspirado no Edam para suprir a demanda pelos "queijos dos nobres portugueses". Foi assim que surgiu o queijo-do-reino, que foi portanto o primeiro queijo curado industrializado do Brasil. A origem de seu nome seria em virtude de este ser inicialmente fabricado para consumo dos nobres do Reino de Portugal, que na época estavam estabelecidos no Brasil. Posteriormente, seu consumo se popularizou entre as classes mais abastadas do país e hoje em dia é amplamente consumido, principalmente nas épocas de Natal e de Festas Juninas.
Em Portugal, o conhecido "queijo flamengo", possui a mesma forma arrendondada e casca avermelhada, porém o sabor e a textura são completamente diferentes entre os dois queijos.
A casca avermelhada é o resultado da mistura com o urucum. O uso do urucu é uma prova da utilização de produtos nativos das América pelos holandeses. Os indígenas comercializavam diretamente o urucu com os holandeses


terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Farofa com Bacon


Farofa é o acompanhamento perfeito para qualquer receita que tenha molho. No feijão do dia a dia na feijoada e no churrasco a farofa é indispensável.




Farofa com Bacon

Ingredientes:

  • 100g de Bacon corado em cubos
  • 1 colher de sobremesa de oleo
  • 200g farinha de mandioca crua fina
  • sal e pimenta do reino a gosto
  • salsinha de cebolinha picada a gosto
Modo de Fazer:

Em uma frigideira, coloque o oléo, o bacon  para fritar, até que o bacon fique bem douradinho . Junte  a farinha de mandioca e mexa bem até que fique úmida.Coloque sal e a pimenta do reino por último acrescente a salsina e cebolinha.Sirva a seguir

Farofa na manteiga com Uvas Passas e Nozes




Adoro farofa!
Tem prato melhor para acompanhar as famosas carnes,assados ou até mesmo um feijão, como a farofa?

Farofa na manteiga com Uvas Passas e Nozes

Ingredientes:

  • 2 colheres sopa de manteiga com sal
  • 1 colher de sobremesa de azeite
  • 200g farinha de mandioca crua fina
  • 50g de uvas passas
  • 50g de nozes picadas
  • sal a gosto
Modo de Fazer:

Em uma frigideira, derreta a manteiga. Junte o azeite coloque a uvas passas e a farinha de mandioca e mexa bem até que fique úmida.Se necessário coloque mais sal e por último acrescente as nozes picadas.Sirva a seguir.
 
dica:
 
Essa Farofa otima para acompanhar assados.

Filé Mignon Suíno Assado Agridoce


Sem muita inspiração sobre que destino dar a uma peça de filé mignon suíno,ou um dia de correria ou de preguiça ou mesmo uma visita inesperada,esse File Mignon Suíno, acompanhado de arroz 7grãos e um bom Puré de Batata é a salvação do mundo!!!






Filé Mignon Suíno Assado Agridoce


Ingredientes:


·
· 1/3 xícara (chá) de vinagre de vinho  branco
· 1/4 xícara (chá) de mel
· 1 colher (sopa) de gengibre ralado
· 4 dentes de alho amassados
· Pimenta do reino
· Sal a gosto
· 700 g de Filé Mignon  Suíno
  2 colheres de sopa de geléia de laranja
  1 colher de sopa de alecrim

Modo de preparo:


Num refratário,ponha o Filé e tempere-a com o vinho,sal, pimenta do reino,gengibre,alecrim e o alho.Deixe marinar na geladeira por 1 hora.Retire da geladeira coloque na assadeira e pincele com o mel misturado com a geléia de laranja, cubra com papel alumino, leve ao forno preaquecido a 180º durante 40 minutos.Durante o cozimento,vá pincelando a mistura do mel com a geléia.Retire o papel alumínio e deixe no forno até dourar.

Regras de harmonização com azeite de oliva

Regras de harmonização com azeite de oliva



Há milhares de anos o azeite de oliva é uma valiosa companhia dos alimentos à mesa. Seja no cozimento, no preparo ou na finalização, o óleo extraído da azeitona combina suas principais características às dos ingredientes, realçando o aroma, o sabor e a textura do prato a ser degustado.Para isso, a seleção do tipo de azeite mais apropriado para cada prato é fundamental.

“A harmonização do azeite pode ser considerada ainda mais difícil do que a do vinho. A relação do vinho com a comida é uma degustação alternada. É um acompanhamento para o prato. No caso do azeite, é uma degustação simultânea, já que é parte do mesmo prato”, contextualiza o especialista Paulo Freitas, que realiza eventos de degustações de azeites pela empresa Casa de Marketing.

Já Isaac Azar, proprietário do Paris 6, ressalta também que a harmonização do azeite se faz sempre por complemento (concordância) e não por contraste. “Isso vem da cultura mediterrânea. Na culinária asiática, por outro lado, trabalha-se muito com o contraste: um peixe delicado é servido com shoyo e wasabi. É o estilo oriental de harmonizar”.

Antes de escolher o azeite ideal para harmonizar com o pratos, Isaac relembra as características do azeite extra-virgem. “Por não ser refinado, o azeite, o suco da azeitona, mantém as características da fruta. Ele tem aroma, paladar e tato. No nariz, ele pode variar a intensidade do frutado. Essa característica tem muito a ver com as condições climáticas até o momento da colheita, o chamado terroir. Na boca, a variável é o amargor e, na garganta, o picante, que se intensifica de acordo com a presença de polifenóides, os famosos antioxidantes.”

Cozimento

Quando o azeite é utilizado na preparação de um prato quente, perde um pouco de suas características.  “Mas ele tem uma vantagem importante sobre os óleos refinados: o ‘ponto de fumaça’ mais alto”, explica Isaac, assaggiatore (diplomado pela Organizzazione Nazionale Assaggiatori Olio di Oliva, na Itália – link) e restaurateur. A maioria dos óleos tem ponto de saturação mais baixo e queimam a 180º. Os azeites de oliva chegam a 220º e, por isso, queimam os alimentos mais lentamente.

Finalização

Paulo Freitas segue a metodologia de harmonização desenvolvida em 2006 pela Universidade de Bologna, Itália, que consiste de quatro regras básicas:

Primeira regra

Alimentos marcados pelo sal (curados), por aromas fortes (peixes, queijos, cogumelos e crustáceos) e por especiarias deveriam ser preparados e finalizados com um azeite frutado, sendo que o frutado do azeite deve ser proporcional à intensidade do próprio alimento. Ou seja, quanto mais curado, mais aromático ou mais carregado de especiarias for a comida, mais frutado deve ser o azeite utilizado. Quando o sal, o aroma ou as especiarias forem de razoavelmente perceptíveis a muito perceptíveis, pode-se utilizar azeites com uma nota picante, que produzam uma sensação de queima na garganta. Já os alimentos em que o sal, os aromas e as especiarias forem sutis podem ser facilmente obscurecidos por um azeite com notas picantes.

Segunda regra

Alimentos marcados pelo sabor amargo devem ser equilibrados com azeites verdes, ou seja, jovens, frescos e frutados, que normalmente vêm acompanhados de características picantes. Exemplos de alimentos amargos: fígado, alcachofra, radicchio, berinjela e costeletas de porco grelhada. O amargo que vai do razoavelmente perceptível ao muito perceptível suporta também um azeite amargo, obtido de azeitonas verdes ou em processo de mudança de cor. É uma regra de concordância. “Um  pizza de escarola combina bem com um azeite mais intenso”, diz Paulo. Entrentanto, o amargo sutil de uma alface não admite amargor no azeite; ao contrário, ela pede o atributo doce de um azeite suave.

Terceira Regra
Alimentos doces (massas, crustáceos, sobremesas, entre outros) e gordurosos (queijos, carnes etc) devem ser harmonizados com azeite também com notas doces, maduro. Portanto, um azeite mais suave.

“As três primeiras são regras de concordância, ou seja, procura-se no azeite o mesmo atributo dominante no prato. E o princípio da proporcionalidade é válido para os três casos: quanto mais forte for o atributo no alimento mais forte deverá sê-lo no azeite também”, lembra Paulo Freitas.

Quarta Regra
A única harmonização com base na discordância é válida para alimentos ácidos (laticínios, tomates, vinagres e cítricos). Deve-se balancear o sabor ácido de uma preparação à percepção de doce do azeite.

Intensos x delicados

Paris 6 - Saumon à HollandaiseIsaac Azar reforça a ideia que os azeites intensos, que são a maioria dos disponíveis no mercado, provenientes principalmente da região entre o sul da Espanha e o sul da Itália (de maior produtividade no mundo), combinam com pratos mais intensos também, como saladas verdes, com folhas mais amargas, cebola, pimentão, tomate, ervas.

“Os azeites mais delicados, por sua vez, têm maior cremosidade do que força. São menos picantes e amargos, mas experimentamos com eles uma sensação de maior densidade, apesar de ela ser a mesma. Esse azeite é ideal para pratos que pedem cremosidade, como um risoto de parmesão. Ele é bem mais raro e é produzido em regiões mais setentrionais da Europa: no norte da Itália ou no sul da França, por exemplo”, afirma o especialista.

No Brasil, a rede de supermercados Pão de Açúcar comercializa um dos poucos azeites realmente delicados do mercado brasileiro, o italiano Cremonini Riveira de Ligure, com denominação de origem protegida. “Um chef aqui do Paris 6 estava fazendo um prato com salmão (foto) e veio comentar comigo que o azeite que ele estava usando para finalizar estava matando o sabor do peixe. Propus que ele colocasse esse azeite mais delicado e o prato mudou completamente, ficou muito melhor”, exemplifica Isaac.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Baguete de Bauru


 
 
 
Baguete de Bauru

Ingredientes:

1 copo de água
1 colher sopa de manteiga
1 ¹/² colher de chá de sal
1 colher sopa de leite em pó
2 colheres sopa de açucar
3 copos de farinha de trigo
2 colheres de chá de fermento biológico seco instantâneo
gergelim  para decorar

Ingredientes do Recheio:

300g de mussarela fatiada
300g de presunto ralado
2 tomates sem semente picado
orégano a gosto

Modo de Fazer:

Adicione todos os ingrediente na ordem acima,(colocar só dois copos de farinha de trigo ) misture e vá acrescentando o restante da farinha, sove a massa até ficar homogênea e lisa, se precisar coloque mais farinha de trigo.Se tiver panificadora, coloque na mesma ordem e bata no ciclo massa.
Deixe crescer por 1 hora ou até dobrar de volume, abra a massa em formato de retangulo coloque o recheio, enrole como rocambole, e com um pincel passe a gema na beirada, e por cima do pão. Salpique gergelim, com ajuda de uma faca faça 3 corte superficiais.Leve ao forno pré aquecido a 200º por 30 minutos ou até dourar.




Pão de Hambúrgue Caseiro

Já passei para vocês a receita de Hambúrgue, agora aprenda a fazer seu proprio pão.
 
 
 
 
Pão de Hambúrgue
 
 
 
 
 
Ingredientes:
 
Massa:
2 ovos
1 xícara (chá) de leite morno
1 colher (sopa) de manteiga
2 tabletes de fermento biológico fresco
1 1/2 colher de (chá)  sal
2 colheres (sopa) de açúcar
3  xícaras (chá) de farinha de trigo
 
Modo de Fazer:
 Coloque todos os ingredientes, com exceção da farinha, em uma vasilha e misture muito bem. Acrescente a farinha aos poucos mexendo até que fique uma massa homogênea, enxuta e lisa.Sove bastante.Se tiver panificadora coloque para misturar por 30min. Cubra com um pano e deixe fermentar por 1 hora. Faça bolinhas do tamanho da metade de um pão de hambúrguer e deixe crescer novamente para terminar de fermentar por mais 30 minutos.Leve em forma untada e polvilhada com farinha de trigo.  Se preferir, polvilhe o gergelim nos pãezinhos antes de levar  ao forno.Leve ao forno  quente (180º) por aproximadamente 30 minutos ou até que fique bem dourado. Tire do forno e utilize quando esfriar.Mais ou menos 10 pãezinhos.


COM ESTA MESMA RECEITA PODE FAZER UMA BAQUETE DE BAURU