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terça-feira, 24 de março de 2015

Tipos de Arroz

Existem vários tipos de arroz no mercado. Cada um com um percentual de nutrientes diferente e alguns, com objetivos culinários diferentes. Vamos falar dos principais aqui...

Mas antes quero deixar uma dica para preparar o arroz, e ficar soltinho.


  • Arroz agulhinha 1 xícara de arroz para 2 xícaras de água
  • Arroz Parboilizado 1 xícara de arroz para 2 1/2 xícaras de água
  • Arroz Integral 1 xícara de arroz para 3 xícaras de água
  • Arroz Preto 1 xícara de arroz para 2 1/2 de água




Arroz Agulhinha (ou polido)


 Esse é o arroz mais comum, também chamado de arroz branco ou tradicional. Como tem sua casca retirada durante o processo de fabricação (por isso o nome de polido) não é o tipo de arroz mais nutritivo. O seu ponto forte é ser o mais barato, mais fácil de encontrar e o que tem maior funcionalidade, podendo ser usado para fazer várias receitas diferentes.

Arroz Integral


Ao contrário do agulhinha, o arroz integral não passa pelo processo normal de industrialização para esse cereal, sendo que a camada externa do grão é mantida, conservando grande parte das suas propriedades (fibras, vitaminas A, B1, B2, B6 e B2 e vários minerais). Esse arroz é mais caro que o arroz agulhinha e exige mais cuidado no preparo. Ele demora mais para ficar pronto e precisa de uma quantidade maior de água para ficar em uma consistência boa.

Arroz Parboilizado


Esse arroz, antes de entrar na cadeia de tratamento do cereal, recebe um tratamento hidrotérmico (água fervente) quando ainda está com casca, o que faz com que parte dos nutrientes contidos na mesma passe para o interior do grão, aumentando o valor nutritivo do mesmo. Esse tipo de arroz junta características dos dois anteriores, pois possui mais nutrientes advindos da casca, mas não possui a mesma, presente no arroz integral. Ele pode ser preparado da mesma forma que o agulhinha. Seu preço é o maior dos três, em vista do tratamento adicional feito no grão.


Arroz Bomba (Paella)


Arroz utilizado principalmente na Espanha para o preparo da famosa paella. Foi introduzido neste país pelos mouros no século VIII. Seus grãos são redondos que absorvem muito bem o sabor de caldos e temperos. O mais conhecido é o Arroz Bomba de Calasparra (DOP- Denominação de Origem Protegida). Conserva muito bem a forma e a textura depois de cozido, sendo muito rico em amido.

Arroz Selvagem


 Este tipo de grão que é comercializado por aqui, na verdade não é um arroz propriamente dito, e sim uma gramínea. Isso mesmo!!! Seus formato e aparência  pouco lembra um arroz, porém sua cocção é semelhante ao modo de preparo do arroz tradicional. Sua cor é marrom-escura, seu sabor é forte e lembra o aroma de castanhas. Ele pode ser servido sozinho, ou misturado ao arroz branco, porém é preciso cozinhá-los separadamente. Ideal para acompanhar um bom salmão grelhado; e no preparo de saladas. Sua origem vem da região dos grandes lagos no Canadá, divisa com os Estados Unidos.

Arroz Tailandês 


Arroz de grão longo, fino, branquinho e muito aromático. Seu cultivo é realizado principalmente na Tailândia, sua terra de origem, sendo por isso muito utilizado na culinária do Sudeste Asiático. Este arroz acompanha perfeitamente pratos muito condimentados, dando muito equilíbrio as preparações.


Arroz Japonês


Usado exclusivamente na cozinha japonesa, para inúmeros preparos, este arroz apresenta grãos curtos. Sua consistência é pegajosa, ligada, por isso ele é tão fácil de comer com hashis, que são os pauzinhos utilizados para comer pelos asiáticos.

Arroz Italiano ( Arbóreo, Carnaroli e o Vialone)


Arroz italiano ou arroz para risoto, este arroz apresenta grãos curtos, e são riquíssimos em amido. Existem vários tipos deles, e aqui no Brasil dispomos de três variedades mais importantes para se fazer um bom risoto, que são: o arbóreo, o carnaroli e o vialone nano. Depois de cozido este arroz apresenta como principal característica a aparência de estar grudento, cremoso, devido a esse amido todo que é solto durante a cocção, fazendo com ele uma seus grãos após o preparo. Por isso este arroz não deve ser lavado antes de preparado.Abaixo falo um pouco dos três tipos mais conhecido no Brasil
Arbóreo

 - Dentre os arrozes para Risotto esse tem menos amido, sua absorção de liquido é reduzido, exigindo menos caldo na hora de se preparar o risoto.
Carnaroli

- Dentre os arrozes para Risotto, e o com maior quantidade de amido e capacidade de absorção do broto, conseguindo se manter bem firme e cremoso.
Vialone

- Grão médio e arredondado, é bastante usado em Risotto e minestra, um prato com mais caldo que o Risotto e mais consistente que uma sopa


Arroz Basmati

 Este arroz de grão longo e delgado procedente dos pés do Himalaia,conhecido também como o Príncipe dos Arrozes é muito perfumado. e depois de cosido fica bem soltinho. A cozinha que mais representa seu uso é a indiana, que o incrementa com especiarias como o cardamomo e folhas de louro louro. Combina com legumes carnes e pescados.

Arroz Preto


Chamado também de arroz Imperador, pois era destinado ao governante máximo da china. De grão curto e meio arredondado,possui textura macia, sabor e aroma acastanhados e coloração escura.



Arroz Vermelho



Também chamado de arroz de Camargue, por ser cultivado nessa região francesa do Delta do Ródano. Avermelhado de textura parecida com o arroz integral, e grãos ovais, seu  sabor amendoado e bem aproveitado na culinária provençal em pilafs e saladas


Arroz Moti


Tem grão gordo e a cor bem branco,muito usado para fazer uma massa de bolinhos, A sova do moti para o preparo de pratos, faz parte das comemorações de fim de ano no japão.


Arroz Venere ( ou arroz negro )


Um hibrido entre o arroz negro chines e variedades do vale do pó, Grão curto, integral, demanda mais água e tempo de cocção do que outros arrozes brancos. De cor escura, purpura, e bem aromático e amendoado, sugerido em preparo de saladas e guarnição de carnes e pescados.

Bolo de leite Ninho II





Bolo de Leite Ninho II

Massa 
04 ovos
03 colheres de sopa de leite ninho
02 xícaras de açúcar
2 1/2 xícaras de farinha de trigo
01 xícara de água fervendo
01 colher de fermento em pó
Separe as claras das gemas, bata as claras em neve reserve
Bata as gemas com o açúcar até dobrar de volume junte o leite ninho acrescente a água fervendo bata mais um pouco e junte a farinha . Desligue a batedeira com um batedor manual junte as claras e o fermento . Asse em forno pre aquecido
Crême - cobertura e recheio -
10 colheres de sopa de leite ninho
01 lata de L condensado
1/2 lata de creme deleite sem soro
200 gramas de manteiga sem sal
Bata na batedeira o leite condensado com a manteiga até obter um creme fofo Junte o leite ninho acrescente o creme de leite
Leve para gelar por 2 horas
Cubra e recheie o bolo frio
Leve para geladeira por mais umas horinhas antes de servir

quarta-feira, 18 de março de 2015

Panqueca sem farinha


Para perder peso com saúde, é preciso reinventar sua própria alimentação. Isso não significa apenas privilegiar rótulos light. Além dos ingredientes, é preciso pesquisar receitas que reúnam sabor e boa forma. Como a destas panquecas sem farinha.


Eu tirei essa receita do site da Lucilia Diniz, fiz e servi com mel uma delicia, com sobremesa.

Panquecas sem farinha

Ingredientes

1 banana
2 ovos (dica: experimente fazer sem uma das gemas)

Modo de preparo

Bata no liquidificador os ovos e a banana.
Coloque uma concha de massa na frigideira apenas morna.
Em fogo bem baixo, espere um minutinho e vire para assar do outro lado.
Sirva com calda de frutas, mel  ou a cobertura de sua preferência.

segunda-feira, 2 de março de 2015

Bife à Milanesa


Bife à Milanesa

Ingredientes

500 g de coxão mole, alcatra ou filé mignon
1 ovo
1 xícara (chá) de farinha de trigo
2 xícaras (chá) de farinha de rosca
4 xícaras (chá) de óleo de canola
sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de Preparo

1. Corte a carne em bifes finos, faça cortes pequenos no bife cru (tipo repiques) com uma tesoura para que ele não envergue na hora de fritar. Tempere com sal e pimenta-do-reino.

2. Numa panela larga, coloque o óleo abundante e leve ao fogo para esquentar.

3. Num prato raso, coloque a farinha de trigo. Em outro prato raso, coloque a farinha de rosca. Para obter melhores resultados, separe quantidades generosas das farinhas de trigo e de rosca.

4. Num prato fundo, quebre o ovo e bata bem com um garfo.

5. Pegue um bife e passe na farinha de trigo. Ele deve ficar todo coberto de farinha, retire o excesso sacudindo delicadamente.

6. Retire o bife do prato com farinha e mergulhe no prato com o ovo batido. Passe os dois lados no ovo, para que fique bem envolvido. Escorra o excesso.

7. Depois que todo o excesso de ovo escorrer passe o bife para o prato de farinha de rosca e cubra todo o bife com ela. Aperte bem para a camada de farinha de rosca ficar grossa e dê tapinhas de leve para retirar o excesso.

8. Para aqueles que gostam de uma camada mais espessa de crosta, é só repetir
esta parte do processo, mergulhando os bifes novamente no ovo e depois na
farinha de rosca.

9. Nesta etapa, o óleo já deve ter esquentado (diminua a chama do fogo para média). Coloque dois bifes por vez na panela com óleo. Deixe fritar por 2 minutos, vire de lado, e frite por mais 2 minutos. O bife deve ficar dourado.

10. Retire da panela e escorra sobre papel-toalha. Sirva bem quente.

Frango Nobre



Frango Nobre

Durante a novela de Gilberto Braga, ouve uma campanha da  Nestlé que promovia  o caldo da Galinha Azul e chamaram a atenção do público. A maioria lembra apenas do “bolão da Odete Roitman”, onde quem acertava o autor dos três tiros na vilã (a Leila de Cássia Kiss, rá!) faturava prêmios.
A outra foi um concurso nacional de receitas, que acontecia paralelamente à trama. O vencedor entre os populares atribuiria sua criação à Raquel Acioli, que venceria a competição também na novela graças a iguaria, tornando-a ainda mais poderosa. O prato campeão foi batizada de Frango Nobre, cuja receita se espalhou em panfletos nos grandes supermercados – e certamente proliferou nas mesas brasileiras durante o segundo semestre de 1988.Fazia muito tempo que não fazia, por isso só agora coloquei essa receita no blog. Fiz novamente e foi unanime,  todos gostaram.
Na receita original usa o Frango inteiro, eu também fazia com o frango inteiro, mas resolvi inovar e coloquei só sobre coxa sem pele e sem osso usei a mesma quantidade de sobre coxa, ficou muito melhor. Mas coloco a receita com o frango inteiro. 
Ingredientes
  • 1 frango grande (aproximadamente 1.600 g) limpo e cortado pelas juntas ( lembre se pode usar só a sobre coxa ou a coxa com sobre coxa 
  • 3 colheres (sopa) de farinha de trigo
  • 2 colheres (sopa) de manteiga
  • 1 colher (sopa) de azeite
  • 4 cebolas cortadas em pedaços (200 g)
  • 1 xícara (chá) de conhaque
  • 3 tabletes de caldo de galinha
  • 3 xícaras de água morna
  • 2 xícaras e meia (chá) de champignons fresco fatiado (200 g)
  • 1 lata de creme de leite
  • 1 gema
  • meia colher (sopa) de suco de limão


Modo de Fazer

Passe levemente os pedaços de frango pela farinha, batendo com as mãos para tirar o excesso. Em uma panela grande, aqueça metade da manteiga junto com o azeite. Frite os pedaços de frango, em fogo forte, junte as cebolas, virando-os de vez em quando para que dourem por igual (aproximadamente 10 minutos). Tampe a panela e abafe por cerca de 5 minutos. Acrescente o conhaque e incline ligeiramente a panela, para que flambe. Quando a chama apagar, despeje três xícaras (chá) de água fervente e o Caldo  de Galinha e cozinhe em fogo médio, com a panela parcialmente tampada até que os pedaços de frango estejam macios e o caldo tenha se reduzido à metade (após cerca de 30 minutos). Passe os pedaços de frango para uma travessa, mantendo-a aquecida. Coe o caldo e reserve. Aqueça a manteiga restante e refogue rapidamente os champignons em fogo forte. Acrescente o caldo coado e deixe retomar a fervura. Enquanto isso, bata ligeiramente o Creme de Leite , a gema e o suco de limão, até ficar uniforme. Junte esse creme ao caldo quente, apague o fogo e despeje-o sobre os pedaços de frango. Sirva em seguida.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

Gelatina Colorida

Essa é uma nova versão, e mais bonita, da gelatina colorida que muitas pessoas fazem  cortando em pequenos pedaços e misturando com creme de leite, leite condensado e gelatina sem sabor.

Gelatina Colorida

ingredientes



  • 5 sabores de gelatina (sugestão, amora,morango, limão, abacaxi, uva ou tutti-frutti )
  • 2 latas de leite condensado
  • 1 garrafa de leite de coco
  • Óleo para untar assadeira

modo de preparo



  • Para cada camada dilua o pacote de gelatina do sabor de preferência em 150 ml de água fervente e 150 ml de água fria;
  • Numa forma untada coloque metade da gelatina e leve ao freezer até que tenha consistência. Misture a outra metade 2 colheres de leite de coco e 2 colheres de leite condensado. Coloque sobre a camada anterior e leve ao freezer para dar consistência;Vá colocando uma por vez.(Paciência)
  • Repita o mesmo para os diferentes sabores. Sugestão: utilizar até 5 sabores;
  • Após finalizar todas as camadas, leve a geladeira por pelo menos 4 horas;



Enroladinha de salsicha

Enroladinha de Salsicha



Enroladinho de Salsicha

Ingredientes
  • 300ml de leite morno (se quiser use água)
  • 2 tabletes de fermento biológico (fresco) 
  • 1 colher de sopa de margarina ou manteiga
  • 1 colher (sopa) de açúcar
  • 1 ovo
  • 1 colher (chá) de sal
  • farinha de trigo o necessário (500g mais ou menos)
  • 16 salsichas ( cortar ao meio ) ou 32 pequenas
  • 1 gema para pincelar
  •  gergelim branco e preto 


Como fazer
  1. Em uma vasilha coloque o fermento, o açúcar, o sal e o leite.
  2. Adicione a manteiga ou margarina  e a farinha até dar o ponto para sovar.
  3. Sove por 10 minutos.
  4. Deixe a massa descansar até dobrar de volume
  5. Abra a massa e corte em tiras compridas de 2 cm de largura.
  6. coloque a salsicha na tira e vá enrolando até cobrir toda a salsicha
  7. Arrume em travessa untada com margarina e polvilhada de farinha de trigo.
  8. Pincele com a gema e por cima coloque gergelim 
  9. Leve para assar em forno baixo pré-aquecido até ficar corado.